sábado, 29 de novembro de 2014

Ministério de Jesus em Tiro e Sidom. A cura da filha de uma mulher Cananeia

Mateus 15: 21-28; Marcos 7: 24-30
Jesus, o Mestre, precisava estar a sós com seus discípulos para ensiná-los e para refletir em si mesmo, porém em todos os lugares era seguido por uma grande multidão, não tendo um momento de descanso, dessa forma segue em direção à cidade de Tiro e Sidom, região parte da palestina, em Marcos encontramos Siria-Fenícia, hoje o Líbano. Entrou numa casa, pediu para que ninguém o incomodasse, entretanto uma mulher grega de origem sírio-fenícia, sabendo de sua presença, foi-lhe ao encontro clamando para que ele curasse sua filha, possuidora de um espírito imundo.
Essa passagem, para muitos, traz um paradoxo, por ter Jesus à essência amorável, não poderia em momento algum ter agido daquela forma, pensam que o Mestre a tenha discriminado, mas ao observar melhor o contexto, chega-se a conclusão que Jesus agiu corretamente.
Os judeus eram exclusivistas e para eles, Deus era somente deles, os gentios, os nãos judeus, eram por eles excluídos dos ensinos, do culto, dos sacrifícios, eram discriminados. Chamava-os de cães.
Jesus não fazia acepção de pessoas, ele veio para salvar todos os homens, esse milagre seria o primeiro realizado para uma pessoa não judia, a mulher era gentia e a sua origem odiada pelos judeus por ser Cananeia. Havia necessidade, naquele momento, do milagre ser objeto de conhecimento de todos para que vissem ser Deus o salvador universal. Jesus a deixou algum tempo clamando para ver se realmente ela estava convicta de seu poder, pois a mulher fazia parte de um povo idólatra, poderia deixá-lo à busca de algum de seus deuses, ela insistentemente continuou clamando. Por motivo da impaciência de seus discípulos Jesus faz uma observação a eles que sua missão era para os judeus, quando estes lhe disseram que a mulher estava incomodando pelo seu clamor, para alguns a tradução da palavra dos discípulos era para que ele a atendesse.
Destacasse nesse episódio primeiramente a missão Messiânica de Jesus salvar o seu povo, os judeus. “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam”. João 1: 11 Estava sofrendo severa perseguição dos judeus. O clamor da mulher, não judia, faz referência à missão divina de Jesus. “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim”. Mt 15: 22 Ao enfatizar esse aspecto deixa explicito sua missão e rejeição por parte daqueles beneficiários da sua graça, porém aceito pelos excluídos. “Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio... Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus”. Ef. 2: 12-14: 19
O Mestre lhe fala na linguagem conhecida por ela, a humilhação que os judeus fazia aos cananeus, dizendo: “Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos”. Mt 15: 26 Ela demonstra humildade e sua grande fé permitiu o Senhor  curar sua filha ao humilhar-se diante dele. “Sim, SENHOR, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores”. Mt. 15: 27 E sua filha, por esse ato incomparável de fé, é curada por Jesus. “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam”. Hb. 11: 6
No ato de fé existem duas condições: Uma, crer que Deus existe, a outra, que ele age na vida do crente. Sem essas duas condições não há salvação. “Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa”. At. 16: 31 Ao tomar a atitude de buscar o Mestre, crer nele, ter fé no poder divino de Jesus, a vida modificasse, fazendo-a uma nova realidade, no mesmo momento do ato de fé. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. II Cor. 5: 17


sábado, 23 de agosto de 2014

Jesus e as tradições rabínicas



Mateus 15: 1-20; Marcos 7: 1-23
Com o afastamento dos seguidores de Cristo, após suas duras palavras ditas na sinagoga em Cafarnaum e decepção, por eles, em descobrir que Jesus não era o Messias libertador do jugo romano, mas o Filho de Deus, o Messias que libertaria os homens de seus pecados, ficaram apenas os doze Apóstolos, Jesus pergunta-lhes se não desejavam afastar-se dele, o Apóstolo Pedro faz sua declaração de fé. “Então, disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna, e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho de Deus”. João 6: 66-69  O Mestre deixa a Judeia e segue para Galileia. “E, depois disso, Jesus andava pela Galileia e já não queria andar pela Judeia, pois os judeus procuravam matá-lo”. João 7: 1
Chegaram a Galileia, e uns escribas e fariseus, provenientes de Jerusalém, admoestaram o Senhor Jesus, por motivo de seus discípulos comerem sem lavar as mãos. Essas normas, tradições, eram acréscimos à lei mosaica, feitas pelos rabinos, após o retorno dos Judeus da escravidão babilônica e restauração do Templo de Salomão por permissão de Ciro, rei da Pérsia. Com o correr dos tempos, em 332 a.C, o Imperador Alexandre Magno domina a Palestina, conquistando-a do Império Persa, com sua morte, o Império foi dividido entre seus generais, fragilizando-se, isso fez com que os Judeus lutassem pela sua independência, conseguindo-a pelos Macabeus, porém não eram da tribo de Judá, nem de Levi, portanto não poderiam ser reis ou sacerdotes, havendo sedição entres eles, foram dominados pelos romanos em 63 a.C. Nesse período surgiram os fariseus e os escribas, tornando-se os guardadores da lei e das tradições, eram rigorosos, disciplinadores, gananciosos e cruéis. São eles que procuravam de todas as formas, contradizer o Senhor Jesus e ele, o Mestre, os confronta na própria lei, mostrando-lhes o erro e a hipocrisia de seus atos.
Exigiam que se lavassem as mãos e os utensílios várias vezes, não como objeto de higiene, mas um ritual de purificação religiosa. “Jesus respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim... Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”. Mc 7: 6-13 E, ao chamar a atenção deles, faz referência ao mandamento de Deus relativo ao cuidado dos pais, em que eles deturpavam para obter ganhos materiais. “Porque Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe e: Quem maldisser ou o pai ou a mãe deve ser punido com a morte. Porém vós dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor, nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe, invalidando, assim, a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas”. Mc 7: 10-13
Jesus não está condenando o fato de se fazer a higiene ou profilaxia, mas o ato religioso de purificação espiritual. O culto judaico era genuinamente um rito formal, cerimonial frio que exigia do homem expor-se exteriormente, através de atos, a expiação de seu pecado, sem a busca interior da alma, do espírito. Não era o lavar as mãos, os utensílios, o dízimo ou as ofertas que o livraria de sua culpa, porém uma genuína entrega espiritual a Deus o faria livre de todo mal. Do interior do homem procedem todos os malefícios que o contamina. Jesus diz: “O que sai da pessoa é o que a faz ficar impura. Porque é de dentro, do coração, que vêm os maus pensamentos, a imoralidade sexual, os roubos, os crimes de morte, os adultérios, a avareza, as maldades, as mentiras, as imoralidades, a inveja, a calúnia, o orgulho e o falar e agir sem pensar nas consequências. Tudo isso vem de dentro e faz com que as pessoas fiquem impuras”. Mc. 7: 20-23
Se Deus é espírito, os seus seguidores devem amá-lo, segui-lo em espírito, os artifícios, os rituais, o cerimonial, os amuletos e toda a parafernália que simboliza um culto devem ser deixada, para ir à busca do Deus espiritual, não são as tradições, nem normas humanas que salvam, mas um coração contrito. “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus”. Salmos 51: 17
  

domingo, 25 de maio de 2014

Jesus the Bread of Life - The search for material well-being, healing, deliverance and prosperity of the sufferings

Matthew 14: 34-36; Mark 6: 52-56; John 6: 22-71
"It is the spirit that gives life, the flesh profits nothing; the words that I speak unto you are spirit and life. " John 6: 63
Jesus, after reaching out and save Peter from drowning, enters, he and Peter on the boat, head towards Gennesaret. Arriving there the locals and surrounding flock to for healing and deliverance from their sufferings. The Master pays attention to everyone and some just by touching his clothes are cured. But others come there and ask him when he had arrived. "Rabbi, when did you get here?" John 6: 25 For they saw only the disciples get into the boat, without the Master and find it there, Jesus knowing their heart and intent of the question, answered them, "Verily, I tell you truly seek me, not you saw the signs, but because you ate the bread and you saciastes. Do not work for food that spoils, but for food that endures to eternal life, which the Son of man shall give unto you; this because the Father, God the sealed ". John 6: 26-27 There is in most people think only of the material well-being, healing the diseases of the body, ridding the sufferings of the soul, material prosperity, a good job, a nice car, home, forget the spiritual side. The Jews sought the Lord that he would deliver them from the evils and misfortunes of life, hunger and expected deliverance from Roman captivity, had only a vision of the problems surrounding them in the world in which they lived. Jesus from the beginning of his ministry shows them the spiritual meaning of the kingdom of God, his miracles, signs and wonders leads them to believe in a spiritual God, but in their view, due to the interpretation of the scribes and Pharisees of the Mosaic law, shows them the meaning of the Messiah as the restorer of the Jewish kingdom likeness of King David, a human kingdom, land. The law subjected the man to the works, which they expiated their sins. They ask the Master to do the works pleasing to God. "What we do to do the works of God?" John 6: 28 Jesus answered them that the works do not save, but who believes in the Son of God will be saved. "The work of God is this: to believe in the one he has sent." John 6: 29 The Apostle Paul mentions in Galatians justification by faith. "Knowing that a man is not justified by works of the law but by faith in Jesus Christ, even we have believed in Jesus Christ, might be justified by faith in Christ and not by observing the law; for by the works of the law shall no flesh be justified. " Gal. 2: 16 They, the Jews, asking him what the sign to show them his divine power to what they might believe in him, if Moses had given them manna from heaven, Jesus replies by telling them that the manna was not Moses you gave them, but God has given them to live during the pilgrimage and that manna was not eternal, but he would, if believed, the eternal bread himself to them. "I am the bread of life; He who comes to me shall not hunger, and whoever believes in me shall never thirst. " John 6: 35 affirms his divinity and gives the true meaning of his spiritual ministry, telling them to have come from the Father "I came down from heaven, not to do mine own will, but the will of him who sent me." John 6: 38 This compares to manna, that those who ate it died, but those who eat of their flesh, believe in him in spirit, hath everlasting life. "Verily, I say unto you, He that believeth on me hath everlasting life. I am the bread of life. Your fathers ate the manna in the wilderness, and they died. This is the bread which cometh down from heaven, that one may eat it and not die. " John 6: 47-50

The Master gives a play on words as believe and have faith in him, appropriating it completely, in a figurative way of eating his flesh and drinking his blood. Some believe he is speaking of the Lord's Supper, but that is not the meaning of their words, but taken from a real life. In contrast to what the rabbis quoted on the bread, the Torah, the law of Moses, thought gave life to his followers. "Whoever eats my flesh and drinks my blood has eternal life, and I will raise him up at the last day." John 6: 54 eat the flesh and drink his blood suggests full ownership of Jesus by faith, believing in his human nature and his divinity, he is the man God, the God flesh and spirit. Jews understand this meaning, but do not accept the divinity of Jesus. A man came from a humble family flying-from heaven. "Murmured therefore it Jews, because he said, I am the bread that came down from heaven. And they said, Is not this Jesus, the son of Joseph, whose father and mother we know? How, then, he says, came down from heaven "John 6: 41-42 And many who followed him moved away from him, feeling frustrated in his thoughts said:" This is an hard saying; Who can hear "John 6: 60 They were only twelve, and he asks them if they also wish to get away from him. "Will ye also go away? Said to him, Simon Peter: Lord, to whom shall we go? Thou hast the words of eternal life. And we believe and are sure that thou art the Christ, the Son of the living God. " John 6: 67-69 They stood beside the Master, these words were not spoken in just a moment or impulse, but the total reality of life as experienced by later follow the Master and some were killed. But among them was one who would betray him, and Jesus knew it. Those who come to Christ with devotion are brought to him by God and receive the seal of the Spirit of God, have eternal life and be resurrected on the last day. "For the will of him that sent me is this, that every one which seeth the Son, and believeth on him, may have everlasting life; and I will raise him up at the last day. " John 6: 40 

Jesus o pão da vida – A busca pelo bem-estar material, a cura, o livramento dos sofrimentos e a prosperidade

Mateus 14: 34-36; Marcos 6: 52-56; João 6: 22-71
“O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida”. João 6: 63
Jesus, após estender a mão e salvar Pedro do afogamento, entra, ele e Pedro no barco, seguem em direção a Genesaré. Ali chegando os moradores do local e circunvizinhos acorrem à busca de cura e livramento de seus sofrimentos. O Mestre dispensa atenção a todos e alguns só ao tocar em suas vestes são curados. Porém outros ali chegam e perguntam-lhe quando havia chegado. “Rabi, quando chegaste aqui?” João 6: 25 Porque viram somente os discípulos entrarem no barco, sem o Mestre e encontram-no nesse local, Jesus conhecendo o coração deles e o intuito da pergunta, responde-lhes: “Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou”. João 6: 26-27  Há na maioria das pessoas pensar só no bem-estar material, a cura das enfermidades do corpo, o livramento dos sofrimentos da alma, a prosperidade material, um bom emprego, um belo carro, casa própria, esquecem o lado espiritual. Os judeus procuravam o Senhor para que ele os livrasse dos males e dos infortúnios da vida, da fome e esperavam serem libertos do cativeiro romano, possuíam apenas uma visão dos problemas que os cercavam no mundo em que viviam. Jesus desde o início de seu ministério mostra-lhes o significado espiritual do reino de Deus, seus milagres, sinais e prodígios leva-os a crê em Deus espiritual, mas na visão deles, em decorrência da interpretação dos escribas e fariseus da lei mosaica, mostra-lhes o significado do Messias como o restaurador do reino judaico a semelhança do rei Davi, um reino humano, terrestre. A lei sujeitava o homem às obras, por elas eram expiados os seus pecados. Eles perguntam ao Mestre como realizar as obras do agrado de Deus. “Que faremos para executarmos as obras de Deus?” João 6: 28  Jesus responde-lhes que as obras não salvam, mas quem crê no Filho de Deus serão salvos. “A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou”. João 6: 29  O Apóstolo Paulo cita em Gálatas a justificação pela fé. “Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada”. Gal. 2: 16  Eles, os judeus, perguntam-lhe qual o sinal a mostrar-lhes o seu poder divino pra que eles pudessem crer nele, se Moisés havia lhes dado o maná dos céus, Jesus retruca dizendo-lhes que o maná não foi Moisés que lhes deu, mas Deus deu a eles para que vivessem durante a peregrinação e esse maná não era eterno, porém ele lhes daria, se cressem, o pão eterno, ele próprio. “Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede”. João 6: 35  Afirma a sua divindade e dá a verdadeira significação do seu ministério espiritual, dizendo-lhes ter vindo do Pai. “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou”. João 6: 38  Compara-se ao maná, esse os que o comeram morreram, mas os que se alimentam de sua carne, crer nele no espirito, tem a vida eterna. “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra”. João 6: 47-50

O Mestre profere num jogo de palavras como crer e ter fé nele, apropriando-se totalmente dele, uma forma figurativa em comer de sua carne e beber o seu sangue. Alguns creem que ele esteja falando da ceia do Senhor, mas não é esse o sentido de suas palavras, porém de um tomado real da sua vida. Contrastando ao que os rabinos citavam sobre o pão, o torá, lei de Moisés, achavam que dava vida aos seus seguidores. “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”. João 6: 54  Comer a carne e beber o seu sangue sugere a apropriação total de Jesus pela fé, crer na sua natureza humana e na sua divindade, ele é o Deus Homem, o Deus carne e espírito. Os judeus entendem esse significado, porém não aceitam a divindade de Jesus. Um homem vindo de uma família humilde arvorando-se vindo dos céus. “Murmuravam, pois, dele os judeus, porque dissera: Eu sou o pão que desceu do céu. E diziam: Não é este Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos? Como, pois, diz ele: Desci do céu?” João 6: 41-42 E, muitos que o seguiam afastaram-se dele, sentindo frustrados em seus pensamentos diziam:  “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” João 6: 60 Ficaram somente os doze e ele pergunta a eles se desejam afastar-se também dele. “Quereis vós também retirar-vos?  Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.  E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente”. João 6: 67-69 Eles ficaram ao lado do Mestre, essas palavras não foram ditas apenas em um momento ou por impulso, mas de total realidade de vida, pois mais tarde sofreram por seguir o Mestre e alguns foram mortos. Porém entre eles havia quem o trairia e Jesus o sabia. Os que se chegam a Cristo com devoção, são levados por Deus a ele e recebem o selo do Espírito de Deus, têm a vida eterna e serão ressuscitados no último dia. “Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”. João 6: 40

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Jesus, Rei eterno – Por que o temor, a angústia, a ansiedade, o medo, a dúvida e o pânico?

Mateus 14: 22-33; Marcos 6: 45-52; João 6: 14-21
A multidão participou do grande milagre realizado por Jesus, a multiplicação dos pães e dos peixinhos, vira nessa ocorrência o Messias prometido, no pensamento deles, aquele que os libertaria do jugo dos Romanos, um rei guerreiro, deseja-lhe fazer rei. O Mestre sentindo o que fariam, ordenou aos seus discípulos embarcarem no barco e seguirem ao destino já planejado, ele afastou-se para um lugar sossegado, para orar e refazer-se em meditação, ali ficou até a quarta vigília da noite, aproximadamente duas e meia a três horas da manhã. Ao vir seus discípulos remando, lutando contra o vento e as ondas, haviam remado vinte e cinco a trinta estádios, equivalente a cinco ou seis quilometro, foi em direção a eles andando sobre as águas, ignorou o vento e as ondas, eles ao vê-lo, ficaram temerosos, Jesus identifica-se “Eu sou” (no gr.”Ego eimi” equivale na LXX Ex. 3: 14  Comentário No rodapé da Bíblia Nova Vida Edição 1980) e Pedro lhe pede para ir ao seu encontro, ele o permiti, mas Pedro ao olhar o vento e o mar, teme, naufragando.

A missão terrena de Jesus foi implantar o Reino de Deus na terra, não um reino temporal, mas espiritual, eterno. Ao desejarem fazer-lhe rei, o afastaria inteiramente de sua missão messiânica e essa é a segunda oportunidade que se lhe apresenta de tira-lo da obra prometida. Quando ao iniciar seu Ministério, após o jejuo de quarenta dias e quarenta noites, satanás o tenta, leva-o ao pináculo do templo, mostra-lhe toda a glória dos reinos e diz-lhe que se o adorasse seria dono de tudo. Lucas 4: 5-7 Naquele momento ele o expulsa de sua presença. Agora Jesus afasta-se e procura a presença de Deus, o Pai. Nisso se vê a natureza humana de Cristo, é tentado por satanás, ele o expulsa, repudiando a tentação, depois de estar com o Pai em jejuo e oração. Agora procura força no Pai para vencê-la. Somente Deus dá força para vencer a tentações e os obstáculos. Após recuperar-se, volta-se e vê seus discípulos em dificuldades no meio do mar, vai ao seu encontro andando sobre as ondas. Nesse episódio vê-se a natureza divina do Mestre, não mais a humana, o seu poder sobre as forças da criação, o vento e o mar. Ao apresentar-se aos seus discípulos ele cita as mesmas palavras de Deus a Moisés, Eu sou “Ego eimi”gr. O grande contraste ocorre no pedido de Pedro para ir ao seu encontro sobre as águas e ele o deixa, mas Pedro ao caminhar, olhou para o vento e a condição do mar, foi a pique. Pedro natureza humana, medo, Jesus natureza divina, poder. Pedro tirou o olhar em Jesus, olhou para as adversidades, fez como o naufrago, ao invés de olhar para a boia de salvação, olha para as ondas perdendo a boia. “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus”. Hb. 12: 2  Jesus ao apresentar-se aos seus discípulos deu-lhes o verdadeiro significado de sua natureza, a natureza divina. Ele, Jesus, é Deus. “Eu e o Pai somos um.” João 10: 30 Disse-lhes que sem ele nada poderiam fazer. “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”. João 15: 5 E, Pedro sentiu que sem Jesus não poderia vencer, ao tirar o foco em Jesus foi ao fundo, ao clamar por salvação, o Mestre estende a sua mão, o salva e diz-lhe: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?” Mateus 14: 31 Por que o temor, o medo, a angústia, a ansiedade, a dúvida e o pânico?  Se Jesus está ao lado do que crê e acaso vieres a sofrer o mesmo que ocorreu com Pedro, lembre-se de Jesus e ele estenderá sua mão para socorrê-lo. 

terça-feira, 15 de abril de 2014

Jesus and the multiplication of the loaves . The food that perishes and the illusory prosperity

Matthew 14: 1-21; Mark 6: 14-44; Luke 9: 7-17; John 6: 1-13
Herod , when he learned of the deeds of Jesus was troubled n'alma , thought John the Baptist who had taken the life to satisfy Herodias , his wife , had risen. The disciples of Jesus , knowing this, informed the Master that fact , he wisely invited them to go somewhere alone for strength . But the crowd followed them, before they reached the place , Jesus , to see them , had compassion , healed the sick , brought them the message of the Kingdom . As it was late , the disciples advised the Master disperse the crowd , in order to buy food and shelter themselves . Jesus puts before them a task of great impact of faith . " But Jesus said unto them, It is not need to go away ; give ye them to eat. " Matthew 14 : 16 The disciples had witnessed many miracles that attested the divinity of Jesus and he to tell them to feed the crowd , was to know the capability of getting to do it. But before the crowd and with meager resources , they felt powerless . " Philip answered him, Two hundred pennyworth of bread is not sufficient for them, that every one may take a bit . One of his disciples, Andrew , Simon Peter's brother , said to him, is a lad here who has five barley loaves and two fishes ; but what are they among so many " John 6 : 7-9
Face of adversity and the inability of man to solve your problems is that you see the hand of God work .
A boy ; gr paidariom : boy , a teenager , barley bread , food poor. (New Bible Commentary - Vol III - New Life Issues - 1979 )
We observed the few loaves and the amount of resources and insufficient fish to feed those people. The boy , a teenager from a poor family, because only people with low purchasing power made ​​use of barley , but the son of a caring mother to provide him a small snack , knew he needed it and in doing so , allowed Jesus wore it to feed a crowd . The boy , without imagining what would happen , he gave his snack unchallenged , could refuse to give it . How many in your selfishness refuse help your neighbor, forget that the help may be feeding a large number of people .
Jesus commands the disciples who do men sit , organized into groups , to receive your food without tumult . Were about five thousand men , adding children , women and the elderly can get to twenty-five thousand total of the people , is not totally absurd , since the reports of the Apostle John was next Easter season , when the influx of person to that place became very large and the testimony about Jesus' power to heal , cast out demons made ​​him a crowd to follow. He blesses the loaves and fishes , delivery to the disciples and these men representatives of each group. Left , after having - filled twelve baskets . Were all well fed .
Many come to a major obstacle feel powerless , find themselves unable to perform any work beyond their strength . We notice that the disciples when they become aware of what happened to John the Baptist transmit to the Master, we can infer the fear of the same happening to Jesus and he takes the opportunity to recuperate from fatigue, feed themselves adequately , departs to reflection, but the suffering does not give you respite and he merciful , loving and compassionate meets cure them , cast out demons, and feeds . Many seek material goods , forget the overriding message of Jesus spiritual covering every fact , be the miracle cure , care for the sick and all the signs and wonders done by him . Fed a multitude with loaves and fishes insufficient quantity. Were sated in carnal hunger , but not in the spiritual hunger .
Nowadays many seek Jesus to satisfy his carnal desire , heal yourself , be prosperous , live with abundance , forget the main purpose of the kingdom of Christ the spiritual essence , be prosperous spiritually , we can live with for the minimum carnal, but plentiful in survival spirit .
There mistakenly thinking and publishes give the tithes and offerings for the favors of God , healing , prosperity . And there are some who say when to do it , after tithing and giving, charge what you want from God . Are selling salvation , healing and prosperity , it is trade with the sacrifice of Christ .
" Jesus answered them , and said: Verily , I say unto you , Ye seek me , not you saw the signs , but because you ate the bread and saciastes you ... It is the spirit that gives life , the flesh profits nothing ; the words that I speak unto you are spirit and life. " John 6 : 26 and 63
" To show the ages to come the exceeding riches of his grace in his kindness toward us through Christ Jesus. For by grace are ye saved through faith ; and that not of yourselves: it is the gift of God . Not of works , lest anyone should boast. " Ephesians 2 : 7-9 

Jesus e a multiplicação dos pães. O alimento que perece e a prosperidade ilusória

Mateus 14: 1-21; Marcos 6: 14-44; Lucas 9: 7-17; João 6: 1-13
Herodes, ao tomar conhecimento dos feitos de Jesus, perturbou-se n’alma, pensava que João o batista a quem havia tirado a vida para satisfazer Herodias, sua mulher, havia ressuscitado. Os discípulos de Jesus, sabendo disso, informaram ao Mestre esse fato, ele prudentemente  convidou-os, irem ao um lugar a sós para refazerem as forças. Porém a multidão os acompanhou, chegou antes deles ao local, Jesus, ao vê-los, teve íntima compaixão, curou os enfermos, trouxe-lhes a mensagem do Reino. Como já era tarde, os discípulos aconselharam o Mestre dispersar a multidão, para poderem comprar comida e abrigarem-se. Jesus coloca diante deles uma tarefa de grande impacto de fé. “Jesus, porém, lhes disse: Não é mister que vão; dai-lhes vós de comer”. Mateus 14: 16 Os discípulos já haviam assistido vários milagres que atestavam a divindade de Jesus e ele ao dizer-lhes para dar de comer aquela multidão, era para saberem a potencialidade de conseguir fazê-la. Mas diante da multidão e com parcos recursos, sentiram-se impotentes. “Filipe respondeu-lhe: Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco. E um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos?” João 6: 7-9
Diante da adversidade e da incapacidade do homem em resolver os seus problemas é que se vê a mão de Deus operar.
Um rapaz; gr paidariom: rapazinho, um adolescente, pão de cevada, comida de pobre. (Novo comentário da Bíblia – Vol III – Edições Vida Nova – 1979)
Observam-se os poucos recursos e a quantidade de pães e de peixes insuficientes pra alimentar aquela gente. O rapaz, um adolescente, proveniente de família pobre, pois somente pessoas de baixo poder aquisitivo fazia uso de cevada, mas filho de mãe cuidadosa ao supri-lo de um pequeno lanche, sabia que ele precisaria dele e ao fazê-lo, permitiu que Jesus o usasse para alimentar uma multidão. O rapaz, sem imaginar o que ocorreria, deu o seu lanche sem contestação, poderia recusar em dá-lo. Quantos em seu egoísmo recusam-se ajudar o seu próximo, esquecem que ao ajudar poderão estar alimentando um grande número de pessoas.
Jesus ordena aos discípulos que faça sentar os homens, organizou-os em grupos, para receberem sem tumulto o seu alimento. Eram aproximadamente cinco mil homens, somando as crianças, mulheres e idosos pode-se chegar a vinte e cinco mil o total do povo, não é um total absurdo, pois pelos relatos do Apóstolo João era época próxima a Páscoa, em que a afluência de pessoa àquele local tornava-se muito grande e o testemunho sobre o poder de Jesus em curar, expulsar demônios fazia com que uma multidão o seguisse. Ele abençoa os pães e peixes, entrega aos discípulos e estes aos homens representantes de cada grupo. Sobrando, após terem-se saciados, doze cestos. Foram todos bem alimentados.
Muitos ao vir um grande obstáculo sentem-se impotentes, acham-se incapazes de realizarem qualquer obra acima de suas forças. Nota-se que os discípulos ao tomarem conhecimento do ocorrido com João o batista transmiti ao Mestre, pode-se inferir o temor de acontecer o mesmo a Jesus e ele aproveita a ocasião para refazer-se do cansaço, alimentar-se adequadamente, afasta-se para reflexão, porém os que sofrem não lhe dão trégua e ele misericordioso, amorável e compassivo os atende, cura-os, expulsa os demônios e os alimenta. Muitos o procuram pelos bens materiais, esquecem a mensagem primordial de Jesus o revestimento espiritual de cada fato, seja o milagre da cura, o cuidado com os enfermos e todos os sinais e prodígios feitos por ele. Alimentou uma multidão com quantidade insuficiente de pães e peixes. Foram saciados na fome carnal, mas não na fome espiritual.
Na atualidade muitos procuram Jesus para satisfazer o seu desejo carnal, curar-se, ser próspero, viver com abundância, esquecem-se da finalidade precípua do reino de Cristo a essência espiritual, ser próspero espiritualmente, pode-se viver com o mínimo para a sobrevivência carnal, mas abundante no espirito.
Há erroneamente que pensa e publica dar-se o dízimo e ofertas para obter os favores de Deus, a cura, a prosperidade. E há alguns que ao dizer para fazê-lo, após o ato de dizimar e ofertar, cobrar de Deus o que deseja. Estão vendendo a salvação, a cura e a  prosperidade, faz-se comércio com o sacrifício de Cristo.
“Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes... O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida”. João 6: 26 e 63

“Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. Efésios 2: 7-9

sexta-feira, 28 de março de 2014

JESUS OF NAZARETH THE CITY - DISCRIMINATION AND REJECTION

" He came unto His own, and His own did not receive him." John 1 : 11
Matthew 13 : 54-58 Mark 6 : 1-6 Luke 4 : 16-30 On two occasions Jesus was in his hometown Nazareth , was broken , rejected and kicked out both times . The first at the beginning of his ministry , after being tempted by Satan . At that time reported his condition as representative of God to men , to quote the passage from Isaiah : " The Spirit of the Lord is upon me, because he hath anointed me to preach the poor . Sent me to heal the brokenhearted , to preach deliverance to the captives , and recovering of sight to the blind , to set at liberty them that are bruised , To preach the acceptable year of the LORD . " Luke 4 : 18-19 , and tell him, "Today this scripture is fulfilled in your hearing ." Luke 4 : 21b Not accepted , discriminated against him, referring to his status as the son of a modest family and work on craft, which they considered inappropriate to a Rabbi, when young , before following the Messianic Ministry , was a carpenter , how could have so much wisdom and authority ? Were offended him, do not listen to him , nor was there miracles in that town , they hardened their hearts . The master really marveled because of their unbelief . " And said, Verily I say unto you, No prophet is accepted in his own country." Lk . 4 : 24 He cited the way the prophet Elijah , sent by God , the widow of Zarephath , when there was nothing else for her and her son eating , only for that day , for there was famine and drought in the land . " Truly I tell you there were many widows in Israel in the days of Elijah , when the heaven was shut up three years and six months , so that in all the land great famine ; And none of them was Elias sent , but to Sarepta Sidon , to a widow woman. " Luke 4 : 25-26 For He knew the Israelis would reject the prophet . Why trust the Lord she was met in all your needs for him , while there was dry , nothing was missed . I Kings 17 : 12 He mentioned , too, Naaman , captain of the army of the king of Syria , but a leper . This to learn that the prophet Elisha would heal him , searched him . Elisha gave him orders to bathe seven times in the Jordan, he was outraged by the simplicity of the task . But to listen to the advice of his servants , and was bathed in the river Jordan , the leprosy left him . II Kings 5 ​​: 11-14 The widow and Naaman were Gentiles , believed in God and he resolved to your needs . " And said, Verily I say unto you, No prophet is accepted in his own country." Lk . 4: 24
The rejection of Jesus occurs until the present day , because to accept it , which seems a simple act , but it is quite difficult , one must have humility , faith , was what happened to Naaman , he was indignant for being something simple to bathe in the Jordan River , expected something grand or do it in the river of Damascus , considered them the best of Israel saw the task as something trivial and not befitting their social status , but had humility and bathed in the Jordan river , was cured . The widow of Zarephath had faith. For something to happen in human life takes faith . Missed the men of Nazareth humility to recognize Jesus as the bearer of God's message and faith in his power to do miracles , sealed in its loftiness , his pride and rejected Jesus for being mere youth , coming from a humble family . " Is not this the carpenter, the son of Mary , and brother of James , and Joses, and of Juda, and Simon ? and are not his sisters here with us ? And they were offended in him. " Mc . 6: 3
There are many who reject Jesus because of their social position , their culture , despise the messages spoken by humble people , close at arrogance , discriminate , not wanting to hear the words of the Master.

But Jesus accepts all who believe in his name , whether rich , poor, everyone. " He came unto his own, and his own received him not . Yet to all who received him, to them gave he power to become the sons of God , to those who believe in His name. " John 1 : 11-12 "He that believeth on the Son hath everlasting life: and he that believeth not the Son shall not see life, but the wrath of God abideth on him ." John 3 : 36

JESUS NA CIDADE DE NAZARÉ – DISCRIMINAÇÃO E REJEIÇÃO

“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam”. João 1: 11
Mateus 13: 54-58 Marcos 6: 1-6 Lucas 4: 16-30                                              Em duas ocasiões Jesus esteve em Nazaré sua cidade natal, foi discriminado, rejeitado e expulso nas duas vezes. A primeira no início de seu ministério, após ser tentado por satanás. Nessa ocasião relatou sua condição de representante de Deus aos homens, ao citar a passagem de Isaías: “O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração, A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do SENHOR”. Lucas 4: 18-19 e dizer-lhe: “Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos”. Lc 4: 21b Não aceitaram, discriminaram-no, fazendo referência a sua condição de filho de uma família modesta e  trabalhar em ofício, considerado por eles inadequado a um Rabi, quando jovem, antes de seguir o Ministério messiânico, era carpinteiro, como poderia ter tanta sabedoria e autoridade? Escandalizaram-se dele, não lhe deram ouvidos, nem houve milagres naquela cidade, endureceram o coração. O Mestre muito se admirou da incredulidade deles. “E disse: Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria”. Lc. 4: 24  Citou a ida do profeta Elias, enviado por Deus, à viúva de Sarepta, quando não havia nada mais para ela e para seu filho comer, somente para aquele dia, porquanto havia fome e seca na terra. “Em verdade vos digo que muitas viúvas existiam em Israel nos dias de Elias, quando o céu se cerrou por três anos e seis meses, de sorte que em toda a terra houve grande fome; E a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a Sarepta de Sidom, a uma mulher viúva”. Lc 4: 25-26 Pois Deu sabia que o povo israelita rejeitaria o profeta. Por confiar no Senhor ela foi suprida em todas as suas necessidades por ele, enquanto houve seca, nada lhe faltou. I Reis 17: 12  Citou, também, Naamã, capitão do exército do rei da Síria, porém leproso. Este ao saber que o profeta Eliseu o curaria, procurou-o. Eliseu deu-lhe ordens para banhar-se sete vezes no rio Jordão, ele ficou indignado pela simplicidade da tarefa. Mas ao ouvir o conselho de seus servos, foi e banhou-se no rio Jordão, a lepra o deixou. II Reis 5: 11-14  A viúva e Naamã eram gentios, creram em Deus e ele resolveu suas necessidades.  “E disse: Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria”. Lc. 4: 24
A rejeição a Jesus ocorre até os dias de hoje, pois para aceitá-lo, o que parece um ato simples, porém é bastante difícil, deve-se ter humildade, fé, foi o que ocorreu com Naamã, ele indignou-se por ser algo simples o banhar-se no rio Jordão, esperava algo grandioso ou fazê-lo nos rio de Damasco, considerava-os melhores que os de Israel, via a tarefa como algo banal e não condizente com sua posição social, mas teve humildade e banhou-se no rio Jordão, ficou curado. A viúva de Sarepta teve fé. Para que alguma coisa aconteça na vida dos homens é preciso fé. Faltou aos homens de Nazaré humildade em reconhecer Jesus como portador da mensagem de Deus e fé no seu poder de fazer milagres, fecharam-se na sua altivez, no seu orgulho e rejeitaram Jesus por ter sido jovem simples, vindo de uma família humilde. “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele”. Mc. 6: 3
Quantos há que rejeitam Jesus por motivo de sua posição social, de sua cultura, desprezam as mensagens ditas por pessoas humildes, fecham-se na arrogância, discriminam, não desejam ouvir as palavras do Mestre.
Mas Jesus aceita todos os que creem em seu nome, seja rico, pobre, todos. “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome”. João 1: 11-12  “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece”. João 3: 36


  

sábado, 15 de março de 2014

O Poder de Jesus sobre a morte natural e espiritual

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?” João 11: 25-26
Quatro milagres e significados diferentes; o apaziguamento das forças da natureza, o poder de Jesus sobre a natureza; a expulsão da legião de demônios, o poder de Jesus sobre as hostes do mal; a cura da hemorragia da mulher que a sofria, há doze anos, o poder de Jesus sobre as enfermidades do corpo humano; e o poder de Jesus sobre a morte. Desses milagres apenas um não foi realizado em função da fé e sim em decorrência de sua falta, o apaziguamento da tempestade, mostrou aos homens que com Jesus no comando da vida, mesmo na impaciência e no desconhecimento de sua presença, não há perigo para o crente ante a adversidade.
A misericórdia e a compaixão do Mestre é para todo o homem, seja pobre, rico, servo, empregado, ocupante de posto elevado na vida secular ou espiritual.
Jairo, um dos principais da sinagoga, era um tipo de administrador da sinagoga, responsável pelos seus trabalhos, pai de uma filha à morte, deixou a arrogância, o orgulhos que sua profissão lhe assegurava, foi a busca de socorro para sua única filha, aproximou-se de Jesus e prostrou-se a seus pés, rogou-lhe fosse vê-la. O Mestre era a sua ultima esperança (JESUS CRISTO A ÚNICA ESPERANÇA). Quando o homem não possui mais solução para os seus problemas, somente Cristo é sua única esperança. Prontamente o Senhor assentiu em segui-lo, mas no caminho foi interrompido pela a mulher que sofria do fluxo sanguíneo, Jesus deu-lhe atenção, atrasou sua presença junto a menina e ela faleceu. O tempo de Jesus não é o nosso tempo. “Sabeis que a prova da vossa fé opera a paciência”. Tg. 1: 3  
O Mestre viu o conselho dos homens a Jairo para não o importuná-lo mais, pois sua filha havia falecido, diz-lhe: “Não temas, crê somente”. Mc. 5: 36
Na vida cotidiana há vários acontecimentos que fazem enfraquecer a fé em Jesus, em decorrência, às vezes, por demora da resposta de Deus aos clamores dos homens. O Mestre diz: “Não temas, crê somente”, ele irá, ao seu tempo, realiza-lo. “ESPEREI com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor”. Salmo 40: 1
Continuou a caminhada em direção à casa de Jairo, ali escolheu três discípulos de sua confiança, Pedro, Tiago e João (irmão de Tiago), para adentrar a casa ou quarto onde se encontrava a menina, antes, porém, calou os mercenários que estavam tocando instrumentos e chorando à morte, falou-lhes: “Não choreis; não está morta, mas dorme”. Lucas 8: 52 Riram-se dele.
Se diante do Mestre Riam-se, caçoavam-lhe, quanto mais aos seus servos nos dias atuais ao falar de suas maravilhas. Jesus aconselha os seus discípulos a respeito da rejeição dos homens a suas mensagens, para não desfalecer o entusiasmo da pregação de seu nome, falar sempre, mesmo diante da adversidade, sem temê-los, antes temer aquele que pode matar o corpo e a alma. Mateus 10: 22-28
Ao escolher os seus três discípulos mais próximos e o pai e a mãe da menina, induz o desejo do Mestre em não ser divulgado o milagre que aconteceria logo após, para não incitar a multidão procurar somente favores, mas o desejo de mudarem o seu modo de viver, a busca do culto a Deus em forma espiritual e para entenderem realmente a missão de Cristo. “E ele lhes mandou que a ninguém dissessem o que havia sucedido”. Lucas 8: 56 Muitos procuram o Mestre para solucionar os seus problemas materiais, enfermidades, esquecem-se de procura-lo no âmago de seus corações, dar a ele a sua alma.

Jesus de modo meigo toma a mão da menina e lhe diz: “Talita cumi; que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te” Mc. 5: 41 Ao ouvir a voz de Jesus a menina levantou-se. Estava morta, reviveu. Há mortos em vida, seja no pecado; “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”; Rm. 3: 23  Seja no pessimismo, alquebrados pela dor, pela tristeza da falta de tudo, do amor, do emprego, não vendo nenhuma alternativa para solução de seu problema, como Jairo, não havia mais a quem procurar. Despojou-se de seu orgulho, humilhou-se aos pés de Cristo, implorou-lhe a salvação para sua filha. Jesus a salvou, deu-lhe sua mão e levantou-a de entre os mortos, deu-lhe vida. E a todos os homens que desejarem vida abundante, devem procurar o Mestre e ele lhes dará a sua mão. “Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá”. Ef. 5: 14

domingo, 2 de março de 2014

O poder de Jesus sobre as enfermidades do corpo e da alma.

 “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si”. Isaías 53: 4       Retornando a Galileia, após ter expulsados os demônios dos gadarenos, Jesus chega à praia, é recebido por uma multidão, no meio dela o principal da sinagoga de nome Jairo, roga-lhe fosse ver sua filha que estava moribunda, Jesus o seguiu para vê-la. Nesse interim uma mulher que muito sofria de uma hemorragia, veio por traz e tocou-lhe em suas vestes, dizendo:  só em tocar-lhe ficarei curada. Ao tocar as veste do Mestre, sentiu ter-se curada e Jesus sentindo um toque diferente, diz as Escrituras que sentiu sair-lhe poder, procurou saber quem lhe havia tocado. A mulher atemorizada identifica-se, prostrando-se aos seus pés, relatando todo o seu sofrimento e a cura sofrida ao toque em Jesus. Havia doze anos que possuía aquela hemorragia, gastara todos seus bens nada aproveitando para curar-se, antes indo de mal a pior. Jesus lhe diz: “Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal”. Marcos 5: 34
Ao ser tocado o Mestre tinha consciência da cura daquela mulher. “E disse Jesus: Alguém me tocou, porque bem conheci que de mim saiu virtude”. Lucas 8: 46 Mas procurou dar a ela uma atenção maior. Chamou-lhe de Filha, esse era um tratamento feito pelos Rabinos, condicionou a cura, a fé demonstrada por ela e deu-lhe a paz necessária.
Condicionando a cura à fé e na ação direta de seu poder, retira dos objetos inanimados, das esculturas de adoração, dos amuletos, do ritual, do cerimonialismo e da penitência o poder de curar qualquer mal, somente a fé em Cristo Jesus e em seu poder, pode o homem vencer os males da alma e de seu corpo.
A medicina na época em que Jesus viveu era rudimentar e muito difícil, havendo muitas crendices. Os enfermos eram muitos, alguns deles procuravam o Senhor para se livrarem dos seus males, sem, contudo, dar ouvidos as mensagens de fé e salvação. O Mestre conhecia o coração de todos, mas sua misericórdia e compaixão excediam a incredulidade deles. Mt. 9: 35-36 A mulher havia procurado os médicos durante doze anos e “gastara com os médicos todos os seus haveres, e por nenhum pudera ser curada,”. Lc 8: 43 Os judeus acreditavam que todas as enfermidades sofridas por eles eram oriundas do castigo de Deus, por motivo de seu afastamento dos mandamentos do Senhor. Dt. 28: 15-68 E seguiam a lei, discriminavam os enfermos, tomando-os como imundos, não se aproximavam deles, se o fizessem ou tacassem-lhe passariam por purificações. Aquela mulher ao tocar Jesus por traz demonstrou seu temor de ser repelida e não ter a oportunidade de falar com o Mestre.
Muitas doenças do corpo humano provêm da alma. A solidão, a carência afetiva, o abandono, fazem sofrer a alma, trazendo a depressão. A insegurança, a violência, o temor oculto, o medo de se perder algo trazem a síndrome do pânico e o conjunto desses sofrimentos de alma produz a incapacidade do corpo vencer outras enfermidades, pode-se crer que a hemorragia daquela mulher tenha levado tanto tempo pela incapacidade de seu corpo vencê-la. Quantos há que estão nas enfermarias dos hospitais ou em cadeira de rodas por esse motivo. Outras doenças como o estresse, o rancor, a mágoa, a rivalidade, o sentimento de não ter conseguido alcançar o almejado poderão levar ao infarto, ao AVC e a morte. O Pastor, o Médico, o Terapeuta devem pensar no homem, não como doente físico, mas um paciente espiritual. O Dr Luiz Carlos, pediatra e Secretário de Saúde de Ribeirão Preto, escrevendo um artigo “A medicina nos tempos de Jesus”, no CREMESP  de São Paulo, disse que Lucas, o Médico amado, citara a ação do Espírito Santo em curas feitas por ele na profissão e aconselhou os médicos usá-lo em suas consultas. “Por que os médicos não se aperfeiçoam em ministrá-las, deixando de utilizar mezinhas e alquimias, ou recorrendo a esses tratamentos apenas como último recurso?”
A cura da enfermidade do corpo e da alma, primeiramente procurar suas causas na alma, a medicina psicossomática, depois o tratamento tradicional e procurando sempre tratá-la em conjunto com a fé em Cristo Jesus. Ele conduzirá o Pastor, o Médico e o Terapeuta ao tratamento adequado, o paciente com a fé em Jesus será curado.





domingo, 16 de fevereiro de 2014

Nem todas as enfermidades de alma são de natureza maligna



Elevo meus olhos para os montes de me virá o sacorro? Salmo 121: 1
A expulsão dos demônios que atormentavam os dois gadarenos, por Jesus, foi necessária. Os endemoninhados eram gentios, violentos, não tinham sossego. Eles estavam possuídos de uma legião de demônios, uma fração do exército do mal, Jesus em seu imenso poder a expulsa. Eles, os demônios, pedem ao Mestre para incorporarem-se nuns porcos, quase dois mil, ele permiti e precipitando-se todos pelo despenhadeiro, afogam-se. Aqueles que assistiram, viram a magnitude do poder de Jesus e a grande quantidade de demônios expulsos, sendo esse acontecimento transmitido a todos os povos da terra até os dias de hoje.  Mateus 8: 28-34; Marcos 5: 1-20; Lucas 8: 26-39 
Todos os milagres que Jesus realizou havia um propósito específico, mostrar seu poder divino, sua missão messiânica, libertar os homens de seus sofrimentos físicos, de alma, do poder satânico e do pecado, e cumprir a palavra de Deus, encerrando os sacrifícios cruentos para expiação dos pecados humanos, tomando o lugar do pecador, sacrificando-se a si próprio para a reconciliação do homem com Deus.
 O poder de Jesus é infinito, acalmou o mar e a violência dos ventos, o poder sobre a natureza. Agora o poder sobre o exército do mal, uma legião de demônios que acometia aquele homem, Jesus os vence.
Muitos males da alma não são de natureza demoníaca, são acontecimentos ocorridos ao longo da vida e fere profundamente o sentimento humano, trazendo em seu bojo à depressão, a ansiedade, a síndrome do pânico e o sentimento de culpa. Esses acontecimentos podem ser frustações, carência afetiva, perda do emprego, medos, perda de um ente querido por morte e a ausência de confiança em si próprio. Geram, portanto, uma gama de enfermidade psíquica.
 Muito já se fez ao longo dos anos para conhecer e conseguir tratar esses males. O pai da psicanálise, Sigmund Freud, para poder estudá-los, afastou Deus dos seus tratados, dando-lhe como inexistente. Segundo ele, o homem deveria por si próprio conseguir vencer suas deficiências sem a crença em Deus. Impossível! Por isso há uma gama de enfermos tratando-se por longo tempo, sem conseguir curar-se. Sem Deus nada é possível.
Toda enfermidade necessita do conhecimento do enfermo, sabendo do seu mal procura o especialista adequado a sua enfermidade. O doente de alma também. Há um especialista de alma, superior a todos os médicos, conhece profundamente a alma humana, ele é o Senhor Deus. O rei Davi em seus momentos de tristezas invocava o Deus de misericórdia: “Por que estás abatida, ó minha alma? E por que te perturbas dentro de mim?” E ele mesmo responde: “Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face e Deus meu”  Salmos 43: 5
A confiança em Deus é o suporte da alma, diz o Senhor Deus que todos podem esquecer-se do próximo, até a mãe de seu filho, mas ele não se esquece do seu servo fiel. “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti”. Isaías 49: 15
Precisa-se confiar plenamente em Deus para que ele possa agir no coração do enfermo e deixar todos os problemas com ele. Lendo o livro “Psiquiatria de Deus” o autor faz uma análise profunda sobre o Salmo 23 e recomenda-o como receita médica a todos os que sofrem de algum mal psicológico, para lê-lo, meditando-o cinco vezes ao dia, durante uma semana e faz uma afirmativa que após esse período o mal não existirá mais. Aquele gadareno estava vestido, calmo e aos pés de Jesus, feliz desejou seguir o Mestre, porém Jesus encarregou-lhe transmitir aos seus e a povo de suas cidades o ocorrido.  
Os endemoninhados vieram  a Jesus clamando e ele expulsou os demônios, transformando um deles. E todo o homem que vier a ele e crer, ele lhe dará a vitória em todo o seu sofrimento. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Mateus 11: 28