Aproxima-se as festas de fim de ano e uma delas, comemora-se o nascimento de Jesus, o Natal, alguns consideram um sacrilégio comemorar essa data, por não haver evidências concretas para esse acontecimento. Porém, seguindo o que ordena o Apóstolo Paulo no capítulo 9 e 10 de I Coríntios, o façamos de bom grado, sem nos corromper com a idolatria. Usemos essa data como oportunidade de falarmos de Cristo.
Jesus, o Cristo, o Messias, foi, desde o início da criação de todas as coisas, prometido aos homens. Ele estava com Deus e ele é Deus. “NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. João : 1: 1-2 A promessa se deu por motivo da desobediência do homem ao Senhor, por isso todos pecaram diante de Deus, havia a necessidade de resgatar o homem, porquanto o pecado lhe dava a morte. “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. Rm. 3: 23
Deus não poderia vir em forma de Deus, pois ele é Espírito, sem forma aparente. Se acaso viesse como adulto, tiraria do homem o poder do livre arbítrio. Veio como todos os homens, nasceu de uma mulher íntegra. Maria foi escolhida, pela graça do Senhor, para ser o instrumento da vinda do Filho de Deus ao mundo, não que seja a mãe de Deus, esse título lhe foi outorgado pelos homens em 431 da era atual, porém ele é eterno sem princípio ou fim. Mateus 1: 18-25 e Lucas 1: 27-55
O nascimento de Jesus ocorreu pela providência de Deus, foi assim: "Foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres... Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim". Lc.1:: 26-33
O imperador César Augusto decretou que todos se alistassem. Cada um, portanto, ia a sua própria cidade. Sendo José e Maria descendentes de Davi, deveriam alistar-se em Belém da Judeia, pois residiam em Nazaré, província da Galileia. Foram em direção à Belém, quando se cumpriu os dias da gravidez de Maria.
Não havia lugar nas estalagens, conseguiram uma estrebaria e ali numa manjedoura nasceu o Filho de Deus. Não foi num palácio, tampouco numa mansão ou berço de ouro, porém numa estrebaria e numa manjedoura.
Quão magnificente são as misericórdia de Deus, fez homem para salvar o pecador, sem majestade ou título nobre, mas como um homem comum. E quantos não lhe dão estalagem em seus corações. “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome”. João 1: 11-12
Maria o envolveu em panos e deitou-o na manjedoura. Jesus, o Rei dos reis, o Cristo, o Messias prometido, é nascido. Não foram convidados os maiorais da terra para vê-lo, porém aos pastores foi dado esse privilégio, simples trabalhadores, dizem alguns que esse trabalho era destinado aos menos favorecidos.
"Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor. E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor". Lc. 2: 8-11
Eles apressadamente foram vê-lo, e nesse mesmo instante apareceu nos céus uma multidão dos exércitos celestiais louvando o Senhor, dizendo: "Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens". Lc. 2: 14
Após os pastores, Jesus recebe a visita de nobres, mas de um país distante, do oriente, os Magos, eram chamados assim por serem estudiosos, acredita-se que por terem seguido a estrela, sejam astrólogos, conheciam também sobre o Messias. "Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo". Lc. 2: 2
Eis a internacionalização das promessas de Deus aos homens, o Messias para todas as nações. Deus ao falar com a Abraão para sair de perto de seus pais e de sua terra, disse: "e em ti serão benditas todas as famílias da terra". Gen. 12: 3b
Herodes, os sacerdotes, os escribas e toda Jerusalém perturbaram-se com o relato dos magos. Herodes desejou saber o local onde nasceria o Messias, disseram-lhe que Belém seria a cidade de seu nascimento. O rei pede aos magos que fossem vê-lo, depois trouxessem o local exato para ir adorá-lo também.
Os magos partem em direção à Belém, a estrela vista no oriente, guiava-os pelo caminho. Chegando à casa onde Jesus estava, adoraram-no e presentearam com ouro, incenso e mirra.
Ouro, significando sua ascensão ao trono do rei Davi, o Rei dos reis, o Filho do Homem. Incenso, sua missão redentora, o Messias, o Cristo de Deus, o Filho de Deus e mirra, sua natureza curativa, realização dos milagres, o Médico dos médicos. O ouro, a natureza real: o incenso, a natureza do reinado divino: a mirra, a natureza do sofrimento humano e seu curativo. Hoje as Igrejas usam-no como óleo de unção.
Os magos, por revelação divina, seguem por outro caminho, sem comunicar ao rei Herodes o local onde Jesus estava. Acredita-se que essa visita se deu após a apresentação e circuncisão do menino, de acordo com a lei, era feito após os oito dias de nascido.
A diferença de adoração, os estrangeiros o adoraria em espírito e em verdade. Enquanto os seus, os maiorais eclesiáticos dos Judeus e Herodes, desejavam matá-lo. Hoje ocorre o mesmo, os verdadeiros cristãos o adoram em espírito e verdade, enquanto outros usam essa data para satisfazer a carne, ignoram-no.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Jesus, Carpinteiro e O barco
Li, em algum lugar, que Jesus, como carpinteiro, construía barcos. Não é forçar muito a história, pois há evidências nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, o seu apego aos barcos, durante seu ministério fez uso constante deles, para transportá-lo de um lado ao outro, o fez também como dormitório, dormiu durante uma travessia e usou-os como palanque em seus sermões.
Sua infância foi na cidade de Nazaré uma cidade próxima ao Mar da Galileia. José, seu pai adotivo, era predominantemente carpinteiro. Portanto, Jesus aprendeu o ofício de carpinteiro com José, por isso, quando em sua cidade natal, ao apresentar sua mensagem, foi ignorado e discriminado, não o aceitaram por sua origem humilde. “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele”. Mc. 6: 3
A maioria de seus discípulos era pescadores. No convite aos seus primeiros discípulos, convidou-os a serem pescadores de Homens: “E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens”. Mt. 4: 19
Cansado, certa vez, ao atravessar o mar da galileia, já no barco, adormeceu e sobreveio uma grande tempestade e o barco estava ao ponto de naufragar, os discípulos aterrorizados, acordaram o Mestre que estava dormindo e ele acordando repreendeu o vento, as ondas e a tempestade os deixou. Cristo disse aos seus discípulos: “Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?” Mc. 4: 40
Quantos já passaram por essa situação no mar? Há relatos dos que conseguiram superá-las e daqueles que perderam suas vidas. Na Marinha há um treinamento intenso para que seu pessoal consiga superar a tempestade e acaso ocorra um imprevisto, o abandono da embarcação, consiga sobreviver.
Há uma história de um idoso que fez uma circum-navegação em solitário e passou por maus momentos durante a travessia, porém possuía a bordo uma Bíblia e a lia constantemente, ela passou ser sua companheira em todas as suas navegações. “O mar não é vencido, ele é quem permiti o navegador sobreviver.” Parece-me que essa frase foi escrita pelo Amyr Klink.
Jesus, o Mestre divino, tornou-se homem, Deus em forma de homem, para salvar a humanidade de seus pecados. Ele mesmo se auto identificava como o Filho do homem. “NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”. João 1: 1-4 e 10-13
Sua infância foi na cidade de Nazaré uma cidade próxima ao Mar da Galileia. José, seu pai adotivo, era predominantemente carpinteiro. Portanto, Jesus aprendeu o ofício de carpinteiro com José, por isso, quando em sua cidade natal, ao apresentar sua mensagem, foi ignorado e discriminado, não o aceitaram por sua origem humilde. “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele”. Mc. 6: 3
A maioria de seus discípulos era pescadores. No convite aos seus primeiros discípulos, convidou-os a serem pescadores de Homens: “E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens”. Mt. 4: 19
Cansado, certa vez, ao atravessar o mar da galileia, já no barco, adormeceu e sobreveio uma grande tempestade e o barco estava ao ponto de naufragar, os discípulos aterrorizados, acordaram o Mestre que estava dormindo e ele acordando repreendeu o vento, as ondas e a tempestade os deixou. Cristo disse aos seus discípulos: “Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?” Mc. 4: 40
Quantos já passaram por essa situação no mar? Há relatos dos que conseguiram superá-las e daqueles que perderam suas vidas. Na Marinha há um treinamento intenso para que seu pessoal consiga superar a tempestade e acaso ocorra um imprevisto, o abandono da embarcação, consiga sobreviver.
Há uma história de um idoso que fez uma circum-navegação em solitário e passou por maus momentos durante a travessia, porém possuía a bordo uma Bíblia e a lia constantemente, ela passou ser sua companheira em todas as suas navegações. “O mar não é vencido, ele é quem permiti o navegador sobreviver.” Parece-me que essa frase foi escrita pelo Amyr Klink.
Jesus, o Mestre divino, tornou-se homem, Deus em forma de homem, para salvar a humanidade de seus pecados. Ele mesmo se auto identificava como o Filho do homem. “NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”. João 1: 1-4 e 10-13
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