sábado, 28 de setembro de 2013

Conhecendo Jesus tem-se fé, perdão, amor, alegria, paz e esperança

Simão, um fariseu, convidou Jesus para alimentar-se em sua casa. O Mestre aceitou o convite e estando sentado à mesa, foi surpreendido por uma mulher que chorava, molhando seus pés com as lágrimas, enxugava-os com os cabelos, beijava-os e ungia-os com unguento de um alabastro, essa mulher era considerada pecadora. Ela, sabendo da presença de Jesus na casa do fariseu, foi munida de um perfume valioso ter com ele. Quando o homem ou mulher olha para dentro de si e vê a situação em que se encontra, sem um caminho a seguir, só, sem um braço amigo para apoiar-se, tendo conhecimento das misericórdias do Mestre, impulsionado pela fé, vai à busca do conforto para sua alma, mesmo somente para tocá-lo. E ela deveria ter bastante motivo para isso. “E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa. E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com unguento; E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o unguento”. Lucas 7: 36-38
O fariseu, em seu pensamento, disse para si próprio, se Jesus fosse profeta, pois era corrente para o povo que o Mestre seria um profeta, saberia a reputação daquela mulher e a proibiria de tocar-lhe. “Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora”. Lucas 7: 39 Têm-se, portanto, duas situações distintas, de um lado o fariseu, homem fiel às leis, tendo uma posição de relevo na sociedade, severo no cumprimento dos estatutos pelo povo, arrogante, vaidoso, levava os judeus a punir quem desviasse dos mandamentos, por vezes com a morte. Do outro lado uma mulher, ser, este, discriminado por eles por ser mulher e considerada pecadora.
Sendo Jesus a segunda pessoa da Trindade, tendo onisciência de todas as coisas, conhecendo o pensamento do fariseu, conta-lhe uma parábola: “E respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre. Um certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro cinquenta. E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais?” Lucas 7: 40-42
Responde: O de maior dívida. Jesus faz uma comparação entre ele, o fariseu, e a mulher que  na sua humildade foi mais condescendente do que ele. Demonstrando a sua verdadeira fé e amor para com Jesus. “E Simão, respondendo, disse: Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Julgaste bem. E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e mos enxugou com os seus cabelos. Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com unguento”. Lucas 7: 43-46
Conhecendo o seu coração em pecado e sabendo que o amor imensurável do Mestre poderá lhe perdoar, o homem reveste-se da fé, corre a busca de Jesus, arroja-se a seus pés e Cristo o perdoa. Este novo homem passa amá-lo. “Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. (Selá.) Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. (Selá.)... O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no SENHOR a misericórdia o cercará”. Salmos 32: 3-5; 10 A mulher teve fé, humildade em dar-lhe o mais precioso que possuía o unguento, mas para o Mestre o presente mais valioso é o seu coração. Jesus a perdoou. “Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados”. Lucas 7: 47-48
O Mestre reforça o seu perdão ante a incredulidade dos que estavam à mesa, dizendo-lhe que estava salva por sua fé. Deu-lhe também a paz. “E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados?  E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz”. Lucas 7: 49-50
Ao conhecer Jesus tem-se fé, pela fé vem o perdão, o perdão transforma em amor, com o amor vem à alegria, da alegria a paz, com a paz a esperança.  “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor”. I Cor. 13: 13
“Vinde então, e argui-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã”. Isaias 1: 18



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Convite de Jesus aos cansados e oprimidos


O Mestre diante da incredulidade, da indiferença dos moradores das cidades em que realizou a maioria de seus prodígios, passa a repreendê-los. Mostra-lhes que se nas cidades mais perversas dos gentios houvesse os mesmos prodígios realizados por ele, elas o aceitariam, arrepender-se-iam dos seus pecados e usariam o saco e cinzas para simbolizar o seu verdadeiro arrependimento, seriam elas salvas da ira divina. “Então começou ele a lançar em rosto às cidades onde se operou a maior parte dos seus prodígios o não se haverem arrependido, dizendo: Ai de ti, Corazim! ai de ti, Betsaida! porque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido, com saco e com cinza. Por isso eu vos digo que haverá menos rigor para Tiro e Sidom, no dia do juízo, do que para vós. E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje. Eu vos digo, porém, que haverá menos rigor para os de Sodoma, no dia do juízo, do que para ti”. Mateus 11: 20-24 As predições de Jesus se cumpriram, as cidades Corazim e Cafarnaum são, hoje, um monte de ruinas, Betsaida não existe mais, é apenas uma praia abandonado onde as redes dos pescadores se estendem, testemunham ao mundo que ao rejeitarem o Mestre, ficaram a própria sorte sem a proteção divina, são presas fáceis para o inimigo. Tiro, Sidom, Sodoma e Gomorra não que elas fossem menos pecadoras do que as outras, mas não tiveram a mesma oportunidade de conhecer Jesus. Enquanto que alguns dos moradores de Tiro e Sidom acompanharam o Mestre e o Apóstolo Paulo encontrou em Tiro discípulos de Cristo. “E, indo já à vista de Chipre, deixando-a a esquerda, navegamos para a Síria e chegamos a Tiro; porque o navio havia de ser descarregado ali. E, achando discípulos, ficamos ali sete dias”. Atos 21:3-4a                                                                                                                                      Os sábios e entendidos não aceitam os ensinos do Mestre, são arrogantes, orgulhosos, acham-se superiores, não conseguem penetrar nos mistérios de Cristo, isso está reservado aos mais simples, isentos de vaidades, podendo contemplar a magnificência do Mestre e testemunhar dele, sem sofrer o confronto cultural. O homem fechando o coração para o Mestre, permiti que ele não o revele ao Pai, fica, portanto réu do juízo eterno, pois Deus deu a Jesus autoridade na terra sobre todas as coisas. “Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim te aprouve. Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. Mateus 11: 25-27 O homem conhecendo os desígnios de Deus, tendo visto os milagres, os prodígios e os sinais da divindade de Cristo, assim mesmo, mantendo-se incrédulo diante deles, não dando a devida honra ao Senhor, são inescusáveis perante ele. “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu”. Rom. 1: 20-21
O Mestre conhecendo as condições de vida daqueles homens, sendo impiedosamente afligidos pelos maiorais dos judeus, fazendo-os cumprir o cerimonialismo da lei, tornando-os escravos dela, não permitindo desvios, punindo-os, mesmo com a morte. O povo estava cansado e oprimido. E, em sua infinita misericórdia convida a todos os que sofrem seja os publicanos que eram odiados pelos judeus, os enfermos considerados párias da sociedade, as crianças rejeitadas, as mulheres sem direitos, os carentes, os pecadores, os órfãos e as viúvas, todos aqueles sem distinção de raça, credo, posição social, judeus, gentios, o mundo todo, nele terão descanso, liberdade, o seu jugo é suave e o fardo é leve. Quantos estão cansados das injustiças, do desprezo, da falta de afeto, discriminados, acham-se, às vezes, confinados em si mesmos, sentido culpados de alguma coisa, com medo do imponderável (aquilo que é improvável de acontecer, porém pode ocorrer), enfim todos os cansados e oprimidos. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Mateus 11: 28-30 Um convite bastante simples a todos para entregar o coração ao Mestre, colocando aos seus pés o cansaço e a opressão, tomando o seu jugo que é suave e leve, passando a fazer parte do Reino dos Céus.
“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; Mas que lhe é agradável àquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo. A palavra que ele enviou aos filhos de Israel, anunciando a paz por Jesus Cristo (este é o SENHOR de todos); Esta palavra, vós bem sabeis, veio por toda a Judéia, começando pela Galileia, depois do batismo que João pregou; Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele. E nós somos testemunhas de todas as coisas que fez, tanto na terra da Judéia como em Jerusalém; ao qual mataram, pendurando-o num madeiro. A este ressuscitou Deus ao terceiro dia, e fez que se manifestasse, não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus antes ordenara; a nós, que comemos e bebemos juntamente com ele, depois que ressuscitou dentre os mortos. E nos mandou pregar ao povo, e testificar que ele é o que por Deus foi constituído juiz dos vivos e dos mortos. A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele creem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome”. Atos 10: 34-43

 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A posse do Reino de Deus é feita pela coragem, poder, humildade, renúcia e abnegação


 João o batista, encontrava-se preso por ter denunciado Herodes, o Tetrarca, de pecado, porquanto desposou sua cunhada, esposa de Filipe, seu irmão. “Porque Herodes tinha prendido João, e tinha-o maniatado e encerrado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe; Porque João lhe dissera: Não te é lícito possuí-la. E, querendo matá-lo, temia o povo; porque o tinham como profeta“. Mateus 14:3-5

E João no cativeiro ao saber dos feitos de Jesus, desejou ouvir mais a respeito do próprio Mestre, se ele realmente era o Messias prometido. O cárcere, o sofrimento havia-o abatido e por esse motivo, desejava conhecer, se as suas profecias estavam sendo cumpridas, sabendo-as, iria revigorar o seu ânimo para enfrentar a morte que adviria brevemente. “E João, ouvindo no cárcere falar dos feitos de Cristo, enviou dois dos seus discípulos, A dizer-lhe: És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide, e anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: Os cegos veem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho. E bem-aventurado é aquele que não se escandalizar em mim”. Mateus 11:2-6 Jesus não responde sim ou não, mas insta os discípulos de João a presenciar os seus feitos, para então levar as novas a quem os enviou. Os milagres evidenciam a divindade de Jesus e a proclamação do evangelho a missão messiânica. E confortou o coração de João com a bem-aventurança daqueles que não se escandalizavam dele e do seu ministério. Uma forma de dizer que a missão do profeta estava cumprida.

Com o retorno dos discípulos de João, o Mestre dirige-se aos que o seguia, testemunhando sobre ele. “Que fostes ver no deserto? uma cana agitada pelo vento?” Mateus. 11:7b  Faz analogia sobre a pessoa de João. O que foram ver? Um homem fraco, vergando-se ante qualquer doutrina ou aos poderosos?  Não! Eles viram um homem de coragem que não se curvava antes os poderosos ou a outra doutrina, pois dizia aos fariseus e saduceus. “E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento”. Mateus 3:7-8  E ao rei Herodes. “Porque João lhe dissera: Não te é lícito possuí-la“. Mateus 14:4 João era homem de coragem, fiel a doutrina do advento do Messias e do Reino de Deus.

O Mestre pergunta-lhes outra vez: “Sim, que fostes ver? um homem ricamente vestido? Os que trajam ricamente estão nas casas dos reis”. Mateus 11:8 João era homem simples, trajava-se com pele de camelos e cinto de couro, alimentava-se de mel silvestre e gafanhotos, não como os maiorais do povo que se vestiam de ricas vestes e circulavam pelo hall do palácio real. “E este João tinha as suas vestes de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e de mel silvestre”. Mateus 3:4 João o Batista era homem simples, renunciou sua condição de sacerdote para ser profeta, condição esta para ele de maior honra. “Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; e o seu nome era Isabel... E aconteceu que, ao oitavo dia, vieram circuncidar o menino, e lhe chamavam Zacarias, o nome de seu pai. E, respondendo sua mãe, disse: Não, porém será chamado João”. Lucas 1:5; 59-60

Na ultima pergunta o Mestre responde afirmativamente. “Mas, então que fostes ver? um profeta? Sim, vos digo eu, e muito mais do que profeta; Porque é este de quem está escrito: Eis que diante da tua face envio o meu anjo, Que preparará diante de ti o teu caminho”. Mateus 11:9-10  Sim! Ele era profeta de Deus, obediente às ordens do Senhor e fez o que lhe era devido. “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas”. Isaías 40:3 “E, NAQUELES dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia, E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”. Mateus 3:1-2

Ao testemunhar de João Batista, o Mestre faz uma alusão à natureza humana de João, dizendo que nenhuma criatura nascida de mulher era maior do que ele. Pode-se inferir dessa afirmação que Jesus enfatiza a diferença de naturezas. A dele, divina e a de João, humana. E aqueles que crerem nele na nova dispensação, são maiores de que João. “Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João o Batista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele”. Mateus 11:11

Quando o homem num ato de coragem aceita Cristo no coração, ele passa a fazer parte do Reino de Deus, sente a responsabilidade de anunciar as novas do Evangelho, esforça no serviço do reino e em oração humilde revigora-se na tarefa ante os perigos inerentes da obra. Luta contra a indiferença, incredulidade e violência, esta contra si próprio, ocorrendo quiçá à morte. Portanto os requisitos dos servos do Reino dos Céus são: A coragem, o poder, a humildade, a renúncia e abnegação. “E, desde os dias de João o Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força se apoderam dele”.  Mateus 11:12 e “A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele”. Lucas 16:16

Em João encerra toda a profecia, pois Cristo é o cumprimento dela. Jesus é o Messias anunciado pelos profetas, os sacrifícios da lei não existem mais, pois ele é o cordeiro pascal, vindo para expiar os pecados dos homens, judeus e gentios, toda a humanidade. Os fariseus e saduceus com os seus privilégios não viram essa magnificência, estavam como os meninos na praça que não participavam das brincadeiras deles, mas indiferentes não aceitavam o viver acético de João o Batista, dizendo-lhe “tem demônio” e o mesmo de Jesus em sua liberalidade, diziam: “que era comilão e beberrão, amigos dos pecadores”.  “Mas, a quem assemelharei esta geração? É semelhante aos meninos que se assentam nas praças, e clamam aos seus companheiros, E dizem: Tocamos-vos flauta, e não dançastes; cantamos-vos lamentações, e não chorastes. Porquanto veio João, não comendo nem bebendo, e dizem: Tem demônio. Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um homem comilão e beberrão, amigo dos publicanos e pecadores. Mas a sabedoria é justificada por seus filhos”. Mateus 11:16-19 Publicanos eram judeus que serviam aos romanos como cobradores de impostos e eram odiados por eles. Mas a sabedoria é justificada pelas suas obras.

“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”. Rom. 8: 35-38