segunda-feira, 23 de março de 2015

Ministério de Jesus na Fenícia. Exemplo de evangelismo pessoal e coletivo

Mateus 15: 29-39; Marcos 8: 1-10  
Jesus saiu de Cafarnaum, foi às cidades de Tiro e Sidon, retornou pelas cidades de Decápolis (as dez cidades), realizou os milagres da filha da mulher Cananeia, do surdo e mudo, curou muitos doentes e deficientes que eram deixados aos seus pés, conforme a profecia de Isaias 35: 5-6  “Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se abrirão. Então os coxos saltarão como cervos , e a língua dos mudos cantará”.
Estava em terras gentias, fora dos termos de Israel, era seguido por uma multidão de pessoas sequiosas em ouvi-lo, três dias, já eram passados, sem alimentarem-se. O Mestre compadeceu-se com eles e ordenou os seus discípulos a alimentarem aquela multidão. Eles não compreenderam a magnitude do primeiro milagre da multiplicação dos pães, quando cinco mil homens foram alimentados, agora, ainda perplexos, respondem a Jesus como alimentar aqueles homens. Há, no mundo atual, homens que são agraciados pela graça de Deus, porém continuam incrédulos.
A importância do exemplo de Jesus, ele em suas mensagens espirituais pregava o arrependimento dos pecados, a humildade em aceitá-lo, credo nele, tendo fé no seu poder miraculoso para perdoar os pecados, dando-lhes a vida eterna. O Mestre, também em sua compaixão e misericórdia, satisfaz as necessidades materiais de todos, curando-os e alimentando-os. Seu milagre satisfazia as necessidades dos homens, havia interligação entre eles, um complementava o outro.   “Quando Deus julgar, não terá misericórdia das pessoas que não tiveram misericórdia dos outros. Mas as pessoas que tiveram misericórdia dos outros não serão condenadas no dia do juízo”. Tg. 2: 13 (NTLH Ilúmina). Foi assim quando alimentou cinco mil homens com dois peixinhos e cinco pães, agora, alimenta quatro mil homens com sete pães e alguns peixinhos. Não só alimentava o espírito dos homens com suas mensagens, mas alimenta-os com pães e peixes.
A compaixão e a misericórdia se confundem no auxílio aos homens, tanto na forma espiritual quanto na material. Na espiritual: porque o mundo jaz no pecado. “Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está debaixo do poder do Maligno”. (NTLH Ilúmina 2.5)  I João 5: 19 Na material: A necessidade premente dos homens no auxílio aos seus sofrimentos tanto de alma quanto do corpo. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”. Mt. 11: 28
A obrigação dos servos de Cristo é levar o evangelho a toda criatura. “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”. Mc. 16: 15-16 Falar de Cristo, de suas mensagens, do arrependimento e de ser crer nele para a salvação eterna, mas usando também o amor, a compaixão e a misericórdia, sentindo o que precisa cada um no alivio dos seus problemas. “Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;  Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes”. Mt. 25: 34-40
A necessidade da ação social, individualmente, por qualquer servo do Mestre, ou de forma coletiva, através da Igreja, são obediência aos mandamentos e exemplos dados por Jesus os milagres, as multiplicações dos pães e o cuidado com os enfermos, essas ações não deverão ser realizadas somente aos servos de Cristo, mas a todos indistintamente e de preferência aos inimigos do evangelho. “Meus queridos irmãos, nunca se vinguem de ninguém; pelo contrário, deixem que seja Deus quem dê o castigo. Pois as Escrituras Sagradas dizem: “Eu me vingarei, eu acertarei contas com eles, diz o Senhor.” Mas façam como dizem as Escrituras: “Se o seu inimigo estiver com fome, dê comida a ele; se estiver com sede, dê água. Porque assim você o fará queimar de remorso e vergonha.” Não deixem que o mal vença vocês, mas vençam o mal com o bem”. Rm. 12: 19-21 (NTLH Ilúmina 2;5)
  

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