quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Jesus por meio de parábolas profetiza o crescimento do Evangelho do Reino de Deus

O início das mensagens de Jesus através de parábolas, no Evangelho de Mateus cap 13, ele as compara ao reino dos céus e elas conduzem os homens a observar o crescimento do Reino de Deus. Primeiramente cita a parábola do semeador.  Jesus é o próprio semeador, suas mensagens, seus milagres, prodígios, a morte e sua ressurreição são as sementes lançadas em diversos solos, solos esses que representam os homens que ouvem suas mensagens, veem seus milagres, prodígios, presenciam sua morte e tomam conhecimentos de sua ressurreição. São solos diversos. O solo a beira do caminho são os incrédulos, os que não desejam conhecer o Mestre, suas mensagens não lhes fazem efeitos. O solo pedregoso são os crentes sem doutrina, vazios, sem oração, sem fé consistente, logo advindo às perseguições, os obstáculos, afastam-se do caminho do Mestre. O solo dos espinhos são os amantes do prazer, da luxuria, cheios de vaidades, inconsistentes, o mundo e sua concupiscência é mais valioso. Mas os de solo profundo são os fiéis, confiam no Senhor e dão frutos, continuam espalhando a semente ao mundo cumprindo a ordenança de Cristo. “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”. Marcos 16: 15-16
A segundo parábola a do joio. Mateus 13: 24-30 O semeador, após seu trabalho estafante, descansa em sono reparador, vem então o inimigo e semeia joio no meio do trigo, o joio é uma planta semelhante ao trigo, quando a erva cresce e frutifica, aparece o joio. Os servos consultaram o semeador para arrancar o joio, ele não permitiu, porquanto ao tentar arrancar o joio, poder-se-ia confundir e tirar o trigo no lugar do joio. Com o crescimento dos servos do Senhor e de sua Igreja inevitavelmente surgiria ou aparecerão homens e mulheres não genuinamente convertidos, mas semelhantes aos fiéis, para fazerem disseção na Igreja. Cristo explicando essa parábola diz: “O que semeia a boa semente, é o Filho do homem; O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno”. Mt. 13: 37-38 Porém somente aos anjos nos fins dos tempos é dado o direito de separar o joio. “O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo. Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniquidade”. Mt. 13: 39-41
A terceira parábola o grão de mostarda. Mt. 13: 31-32 Uma pequena semente torna-se enorme árvore, onde os pássaros se aninham em seus ramos. O evangelho do Senhor Jesus, quando pregado por ele, foi uma pequena semente que se espalhou pelo mundo afora, tornando-se uma enorme árvore, a Igreja de Cristo, a palavra descrita como Igreja no grego é “ekklësian” assembleia dos escolhidos, semelhante a do hebraico “qahal”, congregação, não a um templo ou denominação, mas a uma assembleia de pessoas escolhidas, convertidas e lavadas no sangue de Jesus, reunidas em qualquer lugar do mundo, dois ou três reunidos para o louvor e adoração ao Mestre, ele estará no meio deles. “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”. Mt. 18: 20
A quarta parábola o fermento, Mt. 13: 33  A farinha em contato com o fermento a leveda por inteiro, para alguns estudiosos a farinha sugere a presença da trindade, o fermento a mensagem, assim o Evangelho do Senhor Jesus em contato com o servo fiel, o toma por inteiro, levedando todo o seu ser.
A quinta e a sexta parábola, praticamente iguais, revela o reino dos céus a um bem de grande valor, o tesouro escondido e a grande pérola que ao ser conhecido, tudo se faz para obtê-lo. O reino de Deus o seu valor é imenso, quando alguém toma ciência desse tesouro ou dessa pérola tudo faz para consegui-lo.
Por fim compara o reino dos céus a uma rede lançada ao mar, quando se apanha todos os tipos de peixes bons e ruins, ao que os pescadores os separam, os bons para consumo e os maus são lançados fora. Assim será na consumação dos séculos, quando os anjos de Deus irão separar os bons dos maus. “Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos, E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes”. Mateus 13: 49-50




Nenhum comentário:

Postar um comentário