quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O julgamento, os bens preciosos, a confiança, a recíproca, o caminho e os falsos profetas

O julgamento não deve ser uma crítica infundada, ou inconsequente. Ao fazê-lo, será pautado com justiça, pois julgando levianamente serás medido com o mesmo valor no qual julga. “NÃO julgueis, para que não sejais julgados”. Mateus 7:1 “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. João 7:24  “Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão”. Mateus 7:2-5
No livro de Lucas esse ensinamento do Mestre aparece com um significado mais abrangente. “Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão. Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo. E dizia-lhes uma parábola: Pode porventura o cego guiar o cego? Não cairão ambos na cova? O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre”. Lucas 6:36-40
O cuidado ao repartir aquilo que tens de maior valor, o evangelho do Senhor Jesus, com pessoas não desejosas de conviver, ouvir e participar do reino de Deus. Arrogantes, incréus, escarnecedores afastasse deles, não dando-lhes as vossas pérolas, pois não as tem como valorosas. São como os cães e os porcos da parábola do Mestre. “Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem”. Mateus 7:6  “Estes são fontes sem água, nuvens levadas pela força do vento, para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva”. II Pedro 2:17
A confiança e esperança no atendimento de Deus às orações de seus servos. “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á. E qual de entre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?” Mateus 7:7-11
A recíproca no tratamento social. A cordialidade, a gentileza, o sentimento afável que se deseja para si, é necessário que se faça o mesmo a outra pessoa. “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas”. Mateus 7:12
Sendo participante do reino de Deus há a necessidade de conhecer, quão espinhoso é o caminho a seguir. Discriminações, perseguições, prisões e mortes estarão acompanhando os servos do Mestre em sua peregrinação. A porta é estreita e apertado o caminho que leva a vida eterna. “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”. Mateus 7:13-14
Sempre haverá os falsos profetas, houve nos tempos de Jesus, nos dos Apóstolos, no correr da história do cristianismo e nos dias atuais, mas pelos frutos se conhece quem realmente são os verdadeiros servos de Cristo. “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade”. Mateus 7:15-23
Ao encerrar o sermão do monte, o Mestre, exorta-os a seguir os seus ensinamentos e apresenta-lhes uma parábola dos alicerces. “Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda”. Mateus 7:24-27

Após o sermão todos ficaram maravilhados com a sabedoria e autoridade nos seus ensinos, diferente dos escribas que repetiam mecanicamente as leis. “E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina; Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas”. Mateus 7:28-29

Nenhum comentário:

Postar um comentário