segunda-feira, 1 de abril de 2013

Cristo Jesus enigma para uns, verdade para outros


Cristo Jesus para uns é um enigma, para outros uma grande verdade. Quando Jesus desejou saber o que os homens pensavam dele, inquiriu os seus servos a respeito. “Quem dizem os homens ser o Filho do homem? E eles disseram: Uns João, o Batista; outros Elias; e outros Jeremias, ou um dos profetas”. Mt.16:13-14
E perguntou aos seus discípulos: “-Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” Mt.16:15-16 Interessante notarmos que Jesus diz a ele que essa citação não saiu dele mesmo, mas Deus, o pai, o revelou. “E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus”. Mt.16:17
Temos nessa frase a revelação de Jesus.
Ele era o Cristo, Messias, aquele que libertaria os homens de seus pecados, a semelhança de Moisés na libertação do povo da escravidão do Egito. Essa libertação seria realizada através de seu sacrifício na cruz, pelo seu sangue derramado, tipificando o cordeiro no resgate de Isaque e nos sacrifícios Sacerdotal da  lei. “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. Is.53:5 Sem derramamento de sangue, não há remissão do pecado.
O Filho do Deus vivo. Como filho era Deus, a segunda pessoa da trindade. Estava com Deus na criação dos céus e da terra. “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra”. Gen.1:26 Nesse ato da criação, o mais importante, Deus usa a segunda pessoa do plural “façamos”, isso caracteriza a presença de outras pessoas, Cristo e o Espírito Santo, um mistério que somente nos últimos tempos iremos descobrir em sua inteireza, mas a Bíblia nos mostra a divindade de Jesus como Deus. “NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens”. João 1:1-4  O verbo, a palavra, o logos  apresentado por João nos dá realmente a essência divina completa do Messias. O Apóstolo Paulo faz referência a divindade de Cristo. “O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele”. Col.1:13-17
Constituindo-se, portanto na pedra angular da Igreja, o Mestre divino. Quando da citação do Apóstolo Pedro sobre a divindade de Cristo, Jesus lhe diz que sobre essas palavras “O CRISTO, O FILHO DO DEUS VIVO” sua Igreja seria fundada. “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Mt.16:18 O Apóstolo Paulo corrobora com as palavras de Jesus a Pedro. “E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência. Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse, E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus”. Col.1:18-20
Na próxima publicação falaremos sobre a escolha de seus discípulos
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